09/01/11

Mais uma do meu estudio – Adam Song (Blink 182)

Vá para a homepage e veja muito mais matérias!

Bom, dessa vez eu vou explicar como eu gravei, o que eu usei e como eu fiz pra usar.

Primeiro de tudo, se existe algo que queria comentar, dar sugestão, criticar, fique à vontade. Eu gosto muito de comentários, pois me ajudam a melhorar sempre.

Se cheguei aonde estou agora é por que fui criticado, recebi sugestões, dicas, comentários. Nem sempre elogios ajudam. Então, fiquem a vontade para comentar.

E vamos ao video.

..:: Adam Song ::..

Microfones:

  • 2 Arcano SM57 – Um em cada tom, apontados para o centro da pele.
  • 1 Audio-Technica MB 2k – no surdo, também apontando pro centro do tambor.
  • 1 AKG CSS D11 – Bumbo, um palmo e meio afastado da pele de resposta, apontando pra região entre o burado da pele e o centro.
  • 1 Shure Beta 58A – Caixa, afastado uns 4 dedos do aro, apontando pra região entre o aro e o centro. Esse mic está bem inclinado. Se imaginarmos ele como uma lanterna, ele vai “iluminar” (captar) boa parte da pele, pegando com mais intensidade o som da borda, e indo para o som central.
  • 2 Samson CO2 – Posicionados acima dos pratos de ataque, mirando entre eles e os outros pratos. No caso do microfone na esqerda, ele está mirando no condução. No mic da direita, está entre a borda do prato de ataque e o Hi-Hat.
  • MXL 990 – Hi-Hat. Estranho colocar um mic de diafragma grande no hi-hat, não? Mas esse MXL 990 é pau pa toda obra. Um ótimo microfone. Não troco por nada e ainda quero comprar mais um!

 A interface ultilizada foi a mesa PHONIC HelixBoard 24 Universal, pra mim uma das melhores de custo baixo. É incrivel o que se consegue fazer com uma mesa de som / interface multi-track em ensaios de bandas e até pequenos shows!

A gravação foi feita no Cubase 5.

Na mixagem, um pouco de compressão na caixa e no bumbo, pra dar mais ataque. O segredo de se mixar a caixa para ficar com um som legal é cortar as frequencias ressonantes. Em breve vou postar sobre isso.

Nos outros tambores, fiz um corte “high-pass” e “low-pass”, para que só o som do tambor ficasse evidente, cortando as frequencias inúteis dos outros microfones. Isso faz com que o som da bateria fique bem mais limpo, e na hora de mixar ela fica mais evidente.

Em breve vou postar sobre esses macetes de mixagem (etapa chamada de “equalização corretiva”).

Um abraço!

Keep Recordin’
Michael Nascimento

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Comentários

  1. Fala Ricardo, tudo belezinha? Espero que sim!

    Vamos lá.

    Seu sistema de gravação está ok. Instrumento > direct box > Mesa de som > amplificador > monitores. Esta é a cadeia básica de ligação de equipamentos no homestudio.

    Realmente a placa de som Onboard pode render sim ótimos resultados. Mas é que você está gravando um instrumento relativamente simples de se gravar. Violão fica bem tanto microfonado quanto espetado direto na mesa (via DI).

    Quanto à questão das caixas, concordo com vc plenamente! Só que já existem monitores no mercado que são "aceitáveis", e custam em torno de 1300 a 1400 reais. Só que só devemos comprá-los se o sistema que temos em casa não nos atender da forma que queremos.

    Parece que está tudo ok com o seu sistema! Só faltou mesmo aquele arquivo de audio pra nós darmos uma ouvida no seu trabalho, né? rs

    Um grande abraço, e bem vindo ao blog!
    Michael Nascimento

  2. Fala Ricardo, tudo belezinha? Espero que sim!

    Vamos lá.

    Seu sistema de gravação está ok. Instrumento > direct box > Mesa de som > amplificador > monitores. Esta é a cadeia básica de ligação de equipamentos no homestudio.

    Realmente a placa de som Onboard pode render sim ótimos resultados. Mas é que você está gravando um instrumento relativamente simples de se gravar. Violão fica bem tanto microfonado quanto espetado direto na mesa (via DI).

    Quanto à questão das caixas, concordo com vc plenamente! Só que já existem monitores no mercado que são "aceitáveis", e custam em torno de 1300 a 1400 reais. Só que só devemos comprá-los se o sistema que temos em casa não nos atender da forma que queremos.

    Parece que está tudo ok com o seu sistema! Só faltou mesmo aquele arquivo de audio pra nós darmos uma ouvida no seu trabalho, né? rs

    Um grande abraço, e bem vindo ao blog!
    Michael Nascimento

  3. Cara,
    Legal este seu blog!
    Será que você poderia me ajudar? Não tem muito a ver com o post, mas preciso muito de alguns esclarecimentos!
    Começei a gravar meio que dando cabeçada na parede, pesquisando muito na Internet e coisas mais… Hoje consigo fazer gravações que considero muito boas… Ao menos para mim e muitos dos meus amigos. Mas… Sempre tive uma dúvida sobre meus esquemas de ligação.
    Uso o seguinte esquema: Violão Talent I Eletroacústico>Behringer ADI 21>Mixer Behringer UB 502>Cool Edit Pro 2.0(softawre)>Placa de som (Não ria) Realtek HD (onboard mesmo) com SNR 90 DB (A/D) e 100 dB (D/A)>AMP Gradiente RCII>Mixer novamente>CXS LAndo 3 vias. Vejo que muitos tem preconceito contra as onboard, mas tudo que gravei atée hoje em dia está bastante fiel e com nível de ruído muito baixo (NO programa, quando uso Noise Reduction, fica em torno de 20 a 25% no máximo). Cara, desculpa o tamanho do texto, mas me fala um pouco aí sobre o meu sistema de gravação… Você acha que devo utilizar uma interface da Behringer? Está certo este esquema? Sei que as cxs. acústicas não são as ideais, mas… fica difcícil pagar R$2.000 em monitores profissionais, quando você não vive disso, não é mesmo?

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